Nada em concreto tudo em geral (...) Incógnitas
A vida nem sempre corre como queremos, nem sempre tudo é como desejamos... mas e se fosse? Seria a vida tão "interessante"? Não sei, o que sei é que a vida é muitas vezes curta de mais para ser desperdiçada a pensar no dia de ontem, en vez de vivermos intensamente o hoje... Temos de viver, cada dia como se fosse sempre o último que vivemos, e assim seremos mais felizes!!!!
sábado, 29 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Olhar as Estrelas*
Hoje decidi deitar-me no jardim…, fechar os olhos e ouvir… Nem sei bem o quê…, os carros a passar, as pessoas que fazem as suas caminhadas nocturnas e que vão falando e no entretanto…
…o silêncio.
Há muito tempo que não ouvia um silêncio como este, senti que tinha sido transportada para um outro mundo, no qual estava completamente sozinha, o único som que ouvia era o do meu respirar.
No meio de tanto silêncio abri os olhos e olhei para as estrelas, lembrei-me de um livro que lera no qual um rapazinho ouvia as estrelas e então, esquecendo-me de tudo o que sei de concreto à cerca destas, imaginei que aqueles maravilhosos pontinhos amarelos esbranquiçados falavam, pelo menos no meu mundo elas falavam… e eu conseguia ouvi-las.
Fechei novamente os olhos e deliciei-me a ouvir as estrelas e fiquei espantada… Elas sabem imenso sobre cada um de nós, conhecem-nos e sabem sempre onde estamos, pois elas estão sempre ali, penduradas naquele imenso azul, porque apesar de só as vermos à noite, de dia elas estão lá tal e qual, sempre atentas, sempre vigilantes…
Muitas vezes nos perguntam: “quem é que melhor te conhece?” a mim são sem dúvida as estrelas, sabem sempre onde estou, o que faço o que digo e têm uma sensibilidade tal, que até sabem o que sinto.
As estrelas são as companheiras de uma vida, e eu gosto de ouvir o que elas dizem, porque eu acredito que elas falam, mesmo que seja só no meu mundo…
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Quando estamos longe daqueles que mais amamos sentimos um vazio enorme dentro de nós. Ao longo do tempo esse vazio vai-se enchendo, e com o passar dos dias parece que cada vez, nos sentimos melhor. Já não há saudade, já não há dor, como se a distância encurtasse a cada dia que passa, e a cada dia que passa o vazio que tínhamos se enche-se.
Enche-se de ilusões, com a ilusão que a dor que a distância nos provoca suaviza com o tempo, com a ilusão de que a saudade, pelo menos, diminui. Mas é só ilusão. Uma ilusão criada pela nossa cabeça para que nos habituemos à distância. E à saudade. E à dor. E à ausência.
Mas depois há aqueles dias que em que vemos que a distância não diminuiu e vemos que a ausência continua a doer e deixar saudade.
Voltamos ao vazio…
e voltamos a enchê-lo de ilusões. Apesar de sabermos que são ilusões deixamos que ocupem o vazio, porque pelo menos dão-nos conforto e aconchegam-nos a alma…
O meu coraçãozinho está tão vazio que nem todas as ilusões do mundo chegam para me aconchegar... a única coisa que o faz é a tua presença, reduzir a distância a zero (zero mesmo) faz-me sentir aconchegada, feliz, protegida, fazes-me sentir bem...
domingo, 2 de janeiro de 2011
Hoje não pode ser o último, não pode…
Fica tanta coisa por dizer, tanta coisa por fazer… Faltam-me mais trambolhões, mais desilusões, mais vitórias, mas alegrias, mais sorrisos, mais lágrimas, mais abraços, mais…, mais tudo. Ficas a faltar-me tu…
Quero viver o hoje o mais intensamente possível, quero estar com os amigos, com a família, contigo…, quero correr, saltar, rebolar na areia, deitar-me a observar as nuvens e as estrelas, quero Sentir (com ‘S’ grande) a brisa leve do vento, a água fria do mar, quero ouvir o barulho da cidade e o silêncio do campo… Quero dizer aquilo que sempre guardei para mim, com medo da reacção dos outros, quero pedir desculpa por aquilo que não pedi, quero perdoar quem não perdoei, quero concertar aquilo que estraguei…
Último dia…
É quando reflectimos sobre o nosso último dia que nos deparamos com a realidade de uma vida de tempo perdido… quantas vezes fiquei deitada no sofá a ver algo sem interesse nenhum na televisão?, ou fiquei na cama a fazer ronha com preguiça de me levantar? Valeu de alguma coisa???
NÃO!!!
Temos de viver intensamente, fazer o que queremos/temos de fazer, dizer o que queremos dizer, amar, saltar, rebolar, desfrutar das “pequenas” coisas da vida, gritar para o mundo que estamos aqui e que estamos vivos…
Se a vida acabasse hoje… eu não estava preparada…
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